quarta-feira, 5 de junho de 2019

quinta-feira, 30 de maio de 2019

FOTOS ANTIGAS #010

A foto faz parte do espólio do Museu Municipal António Simões Saraiva. Quem será esta menina? Pode não ser ninguém conhecido. pode ser a avó de alguém bem conhecido. Não tenho qualquer pista e a publicação da foto prende-se mais com a beleza da foto dos estúdios A.Vieira & Filho - Porto - Leixões. Pesquisei esta empresa, mas também nada encontrei. A foto será de fins de Séc. XIX ou princípios de Sec. XX. 



terça-feira, 28 de maio de 2019

PINTURA #008

Roy Lichtenstein




NOVO CICLO - “IT’S ONLY ROCK N’ ROLL” - APRESENTAÇÃO


“IT’S ONLY ROCK N’ ROLL” É o tema do próximo ciclo. Após o sucesso do ciclo dedicado aos monumentos do concelho de Oliveira do Hospital, segue-se algo totalmente diferente. Sete dias, sete bandas que marcaram a música Rock. Seleção difícil e muito discutível. Cada leitor faria uma seleção diferente e é isso que irei pedir ao público deste blog. Mandem a vossa seleção de sete bandas que, em vossa opinião, terão mais peso na génese e evolução do Rock. Tenham em conta que há bandas incontornáveis, mesmo que não sejam da nossa preferência.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

FOTOS ANTIGAS #009

Oliveira do Hospital - Várias pessoas à porta dos Armazéns do Senhor Neves. Estamos em 1953 e o senhor à direita é o senhor Antero Neto - taxista.
Foto de Miguel Neves, cedida ao blog por Rosa Neto Carvalho

quinta-feira, 23 de maio de 2019

TEXTO HUMORÍSTICO #001 - BOBADELA - TODA A VERDADE

Bobadela é uma Freguesia do Concelho de Oliveira do Hospital e pronto. Estava tudo dito se não houvesse mais nada a dizer. Acontece que é uma aldeia muito especial, graças aos romanos que, nos fins do Século I – A.C, aqui assentaram arraiais. A região já era habitada por camponeses que ficaram de boca aberta quando viram chegar uns fulanos de saias, escudos, lanças, espadas e capacetes foleiros. Resta saber se os romanos conquistaram, pilharam e escravizaram ou se, simplesmente, se juntaram aos campónios e ficaram todos grandes amigos. Certo é que governava Augusto lá na longinqua Roma quando os seus rapazes aqui fundaram a cidade de Velladis, ou Elbocóris, ou nem uma coisa nem outra. De facto não sabemos o nome da cidade, mas sabemos que, uma vez fundada, alguém exclamou: Mas que esplêndida cidade! Quem assim exclamou, exclamou em latim porque era a língua que sabia falar e devia ser alguém importante, porque outro alguém se apressou a gravar na pedra essa mesma frase, também em latim porque era a língua que sabia escrever. “Splendidissima Civitas” é então a frase que define a cidade. Os romanos, talvez por saudosismo, por boa organização ou por terem a mania, organizavam as cidades à semelhança de Roma. Assim também aqui construiram um fórum que era o centro comercial, religioso e político-administrativo da cidade. No centro do fórum havia um templo dedicado ao Imperador ou a Jupiter ou a Neptuno ou, ainda, a nenhum deles. Uma pedra cravada na parede da Igreja Matriz tem a inscrição: “Neptunale”, o que sugere que havia um templo dedicado a este Deus, mas tanto podia ser o templo do Fórum, como outro qualquer. Ao lado do Fórum, construiram os romanos o anfiteatro. Era espaço de jogos, teatro, música, circo e, claro está, de lutas de gladiadores. Eles eram loucos por essas lutas sangrentas, tão loucos como hoje somos pelo futebol. Durante quatrocentos anos, a cidade foi capital de um vasto Município entalado entre as serras da Estrela, Açor e Caramúlo. Daqui partiam estradas para lugares tão esquisitos como Conimbriga, Igaedis, Aeminium, Talabriga e Vissaium. Claro que esses lugares só tinham nomes esquisitos nessa época porque hoje são Condeixa-a-velha, Idanha-a-Velha, Coimbra, Cabeço do Vouga e Viseu respetivamente. Como nada é eterno e como todos os impérios acabam por cair, também o Império Romano se foi abaixo. Chegou-se a um ponto em que andava tudo à repa-gadelha e depois eram os povos bárbaros a atacar por todo lado e coisa começou a dar para o torto e pronto. Lá se foi o império e os imperadores e os fulanos de saias e capacetes foleiros. O que vale é que esta Península Ibérica sempre teve tendência para ser um corrilório de povos vindos de todo o lado. Vieram os alanos, suevos, visigodos, vândalos e mouros. Foi então que os cristãos arrancaram lá da Galiza e vieram por aí a baixo a desancar os mouros e fundaram Portugal. Os séculos passaram e a vida continuou chata como um piolho. Da glória do Império restam um arco, um anfiteatro, diversos objetos, muita história. Isto é enquanto a malta não pega nas pás e enxadas e começa aí a virar tudo do avesso. Pode bem acontecer que lá no avesso esteja um teatro, umas termas, um templo, uma coleção de vasos, moedas ou mesmo uma lata de atum. Por enquanto sugiro que visitem o nosso centro interpretativo. Não dói nada e é grátis.


quarta-feira, 22 de maio de 2019

FOTOS ANTIGAS #008

Quer queiramos, quer não, isto é uma equipa de futebol. São onze homens e um responsável de fato e cachimbo. Equipamentos iguais não há para todos e calções só há para sete. Já não é mau. Depois temos um suposto jogador de cigarro e concertina. E depois? Se o Sporting tinha cinco violinos, o “Lagos da Beira” também podia ter uma concertina. O importante é que tinham uma bola, talvez feita por algum sapateiro e a táctica de jogo assentava numa regra fundamental: Quem chutar mais alto, ganha o bacalhau… se houver. A foto será do início dos anos 30 (?)